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  • "Transbordando sentimentos puros em palavras"

    Categoria: Entrevista

    EntrevistaOutros

    Olá 🙂
    Como vão?
    Hoje vou postar uma entrevista que fiz com a Fabiana Cardoso,autora do livro ADQS. Pra quem não conhece a autora e a sinopse do livro clique Aqui .

    Eu até já fiz uma resenha do livro mas só coloquei no Skoob,em breve posto aqui.
    Enfim,quero agradecer a Fabiana pela entrevista e espero que curtam.
    Abraços

    O Preto Entrevista- Fabiana Cardoso
     
     Primeiro de tudo: Por que o nome “Acima De Qualquer Suspeita”?
    Oi Sandro, em primeiro lugar quero agradecer o espaço no seu blog e seu apoio ao
    meu livro, adorei a sua resenha de ADQS!
    Bem, respondendo a pergunta sobre o título. Quando tive a ideia e comecei a escrever em 1996, eu
    não tinha a intenção de transformar em um livro. Então, simplesmente escrevi: Conhecendo a Organização (título do primeiro capítulo). Quando a personagem Cíntia entra para a Organização e assume a identidade de Thaís, ela faz o juramento e uma frase que o Henrique pronunciou chamou a minha atenção. “Você receberá uma nova identidade Acima De Qualquer Suspeita”. Acabei adotando a frase como nome da Organização.
    Mas como eu escrevia a mão em um caderno, acabei me arrependendo de colocar um nome tão
    grande (risos). E usei a sigla ADQS para facilitar, mas depois achei que ficou misterioso. Parecido com CIA ou KGB e mantive.
    Como foi o processo de produção do livro?
    Eu acho que foi um processo bem rápido. Coloquei o conteúdo em um site independente na Internet em dezembro de 2011. E no mesmo mês enviei o original para a Modo Editora. Em Janeiro de 2012, veio o convite de publicação, nem acreditei. Desde então, ele passou pelo processo de capa, revisão e diagramação e em agosto de 2012 foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo.
    Qual foi o papel da editora além da publicação do livro?
    A Modo Editora valoriza os novos autores e está dando uma grande chance a escritores talentosos, que antes não tinham uma oportunidade. Eles fizeram o processo de acompanhamento da criação da capa pela Marina Avila, de revisão com o Danilo Barbosa e diagramação. Atualmente, recebo orientações do marketing. E por enquanto a distribuição foi feita na Livraria Cultura e Lojas Singular.
    Curiosidade: o original de ADQS tinha 528 páginas, a Adriana Vargas (agente literária, que aprovou o livro). Orientou-me para “enxugar” o livro. Fiquei com pena de tirar alguns trechos, mas fiz isso. Com cerca de 100 páginas a menos a leitura ficou ágil, sem prejudicar o conteúdo. O resultado final, em minha opinião, ficou muito bom.
    Como está sendo a resposta dos leitores em relação a ADQS?
    Estou recebendo muito apoio em relação ao livro e isso me deixa muito contente, ADQS está sendo bem avaliado.
    Todos que leram me deram um retorno positivo, dizendo que gostaram da história e acharam a leitura agradável.  Gostam das missões dos agentes, de descobrir o passado de cada personagem, mas a maioria adora acompanhar o dia a dia dos agentes, ou seja, suas vidas pessoais.
    Eu como escritora estou adorando ouvir opiniões, resenhas e até mesmo críticas, que quando bem feitas ajudam o autor a crescer e a melhorar o seu trabalho.
    Fale sobre a continuação de ADQS
    Apesar de revelar vários segredos em ADQS – Desvendando a Organização Secreta, alguns mistérios ficaram pendentes. Eu estou trabalhando na continuação ADQS 2 – Desafiando as Regras da Organização. No segundo livro, tudo será respondido, os leitores irão conhecer mais sobre o passado dos agentes secretos e o que o futuro lhes reserva. Além das novas missões e aventuras que terão que enfrentar.
    Capa de ADQS 1
    Qual foi sua inspiração para a criação dos personagens? (em especial a Bruna kkkkkkk)
     OBS: Sério,quem ler vai entender porque gosto desta personagem >.<
    Antes de começar a escrever fiz uma ficha detalhada de cada um, com característicasfísicas e psicológicas. Detalhando o passado de crime que fez com que cada agente fosse recrutado para a organização. Depois (estranho dizer isso), mas eles que conduziram a história, reagindo de acordo com suas personalidades, diante das situações. (Risos) É como se tivessem criado vida própria e tomassem suas próprias decisões. Eu apenas criava as situações e acatava as reações deles, isso tornou o processo de escrita muito prazeroso.
    Dessa forma, a Thaís é determinada, o Henrique é gentil, o Caio é descolado, o Ed inteligente, a Valéria é ponderada, a Bruna é engraçada… Foi bom ter tocado no nome dela, recentemente fiz uma pesquisa no Facebook
    e ela ganhou a enquete como personagem favorita dos leitores. Quando escrevi a história em 1996 as únicas pessoas que leram foram a minha irmã Juliana e a minha prima Patrícia, que sugeriu uma agente maluquinha para
    enlouquecer os colegas (risos). Gostei da ideia e acabei baseando a personalidade da Bruna em alguns contos, que escrevi anteriormente chamados “Histórias de Vivi” que mostrava a vida de uma garota bem intencionada, mas que sempre resolvia seus problemas da pior maneira possível. Deu super certo, todos adoram essa agente extrovertida, animada e “maluquinha”. Em ADQS 2 ela vai ganhar mais destaque, mesmo porque ela já roubou várias cenas no primeiro livro. (risos)
    Cite autores que você admira e por quê
    O autor que mais admiro e me influenciou foi Sir Arthur Conan Doyle. Adoro seus livros e seu fantástico personagem Sherlock Holmes, que investiga os mais diferentes crimes. “As Aventuras de Sherlock Holmes” marcou minha adolescência e desde que li esse livro não parei mais de ler.  Li muito Agatha Christie, meus favoritos “O caso dos dez negrinhos” e “Os Quatro Grandes”, admiro a genialidade e escrita da grande escritora. Recentemente, gosto de Dan Brown, “O Código da Vinci” é um livro ágil e viciante. E Stieg Larsson, com a trilogia Millennium, apresentou uma trama bem elaborada e personagens marcantes. Todos me influenciaram de alguma maneira, amo suspense, mistério e investigações.
    Um livro que você já leu e pensou: Eu gostaria de tê-lo escrito. E quais as razões disso.
    Nunca pensei sobre isso. Baseada na sua pergunta eu gostaria de ter escrito sobre Sherlock Holmes, em minha opinião o melhor personagem investigativo que já foi criado. Tanto que me serviu de inspiração para criar a equipe da ADQS. Doyle soube criar um personagem inteligente, corajoso e muitas vezes engraçado. Por isso fez tanto sucesso.
    que mudou em sua vida desde o lançamento de ADQS?
    Continuo minha vida normalmente, trabalhando como fisioterapeuta e escrevendo nas horas vagas. A diferença é que hoje dedico mais tempo as redes sociais para divulgação do livro e contato com os leitores. É muito gratificante receber mensagens de leitores, elogiando personagens, comentando passagens do livro durante a leitura, e ansiosos pela continuação. A internet, através do Blog, Facebook e Skoob é maravilhosa nesse sentido, pois estou recebendo opiniões de todas as partes do Brasil.
    Quais conselhos  daria para quem deseja escrever um livro?
    Tenho postado vários textos sobre como desenvolver a escrita no meu blog e em um blog onde sou colaboradora. Acho que escrever melhora com a prática, se você tem criatividade e gosta de escrever, mãos a obra! Escrevi vários contos, antes de concretizar um livro. Então, resumidamente, minhas dicas são: leia bastante, escreva sempre que tiver vontade, revise o texto, seja persistente e procure sempre melhorar.
          Queria agradecer a entrevista pedindo pra deixar um recado a quem acompanhou até o
    final.
    Deixo um convite para que venham Desvendar essa Organização Secreta! Espero que os leitores se arrisquem nessa aventura e se envolvam com seus personagens.
    Eu só tenho a agradecer a todos que me ajudaram e acreditaram em mim e no meu livro!
    Obrigada mais uma vez Sandro, pelo espaço no blog e apoio ao meu livro!
    Links para contato:

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    EntrevistaOutros

    Olá 🙂
    Como vão?
    Hoje vou postar uma entrevista que fiz com a Fabiana Cardoso,autora do livro ADQS. Pra quem não conhece a autora e a sinopse do livro clique Aqui .

    Eu até já fiz uma resenha do livro mas só coloquei no Skoob,em breve posto aqui.
    Enfim,quero agradecer a Fabiana pela entrevista e espero que curtam.
    Abraços

    O Preto Entrevista- Fabiana Cardoso
     
     Primeiro de tudo: Por que o nome “Acima De Qualquer Suspeita”?
    Oi Sandro, em primeiro lugar quero agradecer o espaço no seu blog e seu apoio ao
    meu livro, adorei a sua resenha de ADQS!
    Bem, respondendo a pergunta sobre o título. Quando tive a ideia e comecei a escrever em 1996, eu
    não tinha a intenção de transformar em um livro. Então, simplesmente escrevi: Conhecendo a Organização (título do primeiro capítulo). Quando a personagem Cíntia entra para a Organização e assume a identidade de Thaís, ela faz o juramento e uma frase que o Henrique pronunciou chamou a minha atenção. “Você receberá uma nova identidade Acima De Qualquer Suspeita”. Acabei adotando a frase como nome da Organização.
    Mas como eu escrevia a mão em um caderno, acabei me arrependendo de colocar um nome tão
    grande (risos). E usei a sigla ADQS para facilitar, mas depois achei que ficou misterioso. Parecido com CIA ou KGB e mantive.
    Como foi o processo de produção do livro?
    Eu acho que foi um processo bem rápido. Coloquei o conteúdo em um site independente na Internet em dezembro de 2011. E no mesmo mês enviei o original para a Modo Editora. Em Janeiro de 2012, veio o convite de publicação, nem acreditei. Desde então, ele passou pelo processo de capa, revisão e diagramação e em agosto de 2012 foi lançado na Bienal do Livro em São Paulo.
    Qual foi o papel da editora além da publicação do livro?
    A Modo Editora valoriza os novos autores e está dando uma grande chance a escritores talentosos, que antes não tinham uma oportunidade. Eles fizeram o processo de acompanhamento da criação da capa pela Marina Avila, de revisão com o Danilo Barbosa e diagramação. Atualmente, recebo orientações do marketing. E por enquanto a distribuição foi feita na Livraria Cultura e Lojas Singular.
    Curiosidade: o original de ADQS tinha 528 páginas, a Adriana Vargas (agente literária, que aprovou o livro). Orientou-me para “enxugar” o livro. Fiquei com pena de tirar alguns trechos, mas fiz isso. Com cerca de 100 páginas a menos a leitura ficou ágil, sem prejudicar o conteúdo. O resultado final, em minha opinião, ficou muito bom.
    Como está sendo a resposta dos leitores em relação a ADQS?
    Estou recebendo muito apoio em relação ao livro e isso me deixa muito contente, ADQS está sendo bem avaliado.
    Todos que leram me deram um retorno positivo, dizendo que gostaram da história e acharam a leitura agradável.  Gostam das missões dos agentes, de descobrir o passado de cada personagem, mas a maioria adora acompanhar o dia a dia dos agentes, ou seja, suas vidas pessoais.
    Eu como escritora estou adorando ouvir opiniões, resenhas e até mesmo críticas, que quando bem feitas ajudam o autor a crescer e a melhorar o seu trabalho.
    Fale sobre a continuação de ADQS
    Apesar de revelar vários segredos em ADQS – Desvendando a Organização Secreta, alguns mistérios ficaram pendentes. Eu estou trabalhando na continuação ADQS 2 – Desafiando as Regras da Organização. No segundo livro, tudo será respondido, os leitores irão conhecer mais sobre o passado dos agentes secretos e o que o futuro lhes reserva. Além das novas missões e aventuras que terão que enfrentar.
    Capa de ADQS 1
    Qual foi sua inspiração para a criação dos personagens? (em especial a Bruna kkkkkkk)
     OBS: Sério,quem ler vai entender porque gosto desta personagem >.<
    Antes de começar a escrever fiz uma ficha detalhada de cada um, com característicasfísicas e psicológicas. Detalhando o passado de crime que fez com que cada agente fosse recrutado para a organização. Depois (estranho dizer isso), mas eles que conduziram a história, reagindo de acordo com suas personalidades, diante das situações. (Risos) É como se tivessem criado vida própria e tomassem suas próprias decisões. Eu apenas criava as situações e acatava as reações deles, isso tornou o processo de escrita muito prazeroso.
    Dessa forma, a Thaís é determinada, o Henrique é gentil, o Caio é descolado, o Ed inteligente, a Valéria é ponderada, a Bruna é engraçada… Foi bom ter tocado no nome dela, recentemente fiz uma pesquisa no Facebook
    e ela ganhou a enquete como personagem favorita dos leitores. Quando escrevi a história em 1996 as únicas pessoas que leram foram a minha irmã Juliana e a minha prima Patrícia, que sugeriu uma agente maluquinha para
    enlouquecer os colegas (risos). Gostei da ideia e acabei baseando a personalidade da Bruna em alguns contos, que escrevi anteriormente chamados “Histórias de Vivi” que mostrava a vida de uma garota bem intencionada, mas que sempre resolvia seus problemas da pior maneira possível. Deu super certo, todos adoram essa agente extrovertida, animada e “maluquinha”. Em ADQS 2 ela vai ganhar mais destaque, mesmo porque ela já roubou várias cenas no primeiro livro. (risos)
    Cite autores que você admira e por quê
    O autor que mais admiro e me influenciou foi Sir Arthur Conan Doyle. Adoro seus livros e seu fantástico personagem Sherlock Holmes, que investiga os mais diferentes crimes. “As Aventuras de Sherlock Holmes” marcou minha adolescência e desde que li esse livro não parei mais de ler.  Li muito Agatha Christie, meus favoritos “O caso dos dez negrinhos” e “Os Quatro Grandes”, admiro a genialidade e escrita da grande escritora. Recentemente, gosto de Dan Brown, “O Código da Vinci” é um livro ágil e viciante. E Stieg Larsson, com a trilogia Millennium, apresentou uma trama bem elaborada e personagens marcantes. Todos me influenciaram de alguma maneira, amo suspense, mistério e investigações.
    Um livro que você já leu e pensou: Eu gostaria de tê-lo escrito. E quais as razões disso.
    Nunca pensei sobre isso. Baseada na sua pergunta eu gostaria de ter escrito sobre Sherlock Holmes, em minha opinião o melhor personagem investigativo que já foi criado. Tanto que me serviu de inspiração para criar a equipe da ADQS. Doyle soube criar um personagem inteligente, corajoso e muitas vezes engraçado. Por isso fez tanto sucesso.
    que mudou em sua vida desde o lançamento de ADQS?
    Continuo minha vida normalmente, trabalhando como fisioterapeuta e escrevendo nas horas vagas. A diferença é que hoje dedico mais tempo as redes sociais para divulgação do livro e contato com os leitores. É muito gratificante receber mensagens de leitores, elogiando personagens, comentando passagens do livro durante a leitura, e ansiosos pela continuação. A internet, através do Blog, Facebook e Skoob é maravilhosa nesse sentido, pois estou recebendo opiniões de todas as partes do Brasil.
    Quais conselhos  daria para quem deseja escrever um livro?
    Tenho postado vários textos sobre como desenvolver a escrita no meu blog e em um blog onde sou colaboradora. Acho que escrever melhora com a prática, se você tem criatividade e gosta de escrever, mãos a obra! Escrevi vários contos, antes de concretizar um livro. Então, resumidamente, minhas dicas são: leia bastante, escreva sempre que tiver vontade, revise o texto, seja persistente e procure sempre melhorar.
          Queria agradecer a entrevista pedindo pra deixar um recado a quem acompanhou até o
    final.
    Deixo um convite para que venham Desvendar essa Organização Secreta! Espero que os leitores se arrisquem nessa aventura e se envolvam com seus personagens.
    Eu só tenho a agradecer a todos que me ajudaram e acreditaram em mim e no meu livro!
    Obrigada mais uma vez Sandro, pelo espaço no blog e apoio ao meu livro!
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    EntrevistaOutros

    O Preto Entrevista…

    setembro 29, 2012 • Honorato, Sandro

    Olá 🙂

    Como vão?
    Hoje vou postar uma entrevista que fiz com Marcelo Sill,vocalista da  Banda L-20 que é daqui do meu estado *-*
    Agradeço a ele e a banda pela oportunidade >.<
    Espero que curtam.
    Abraços
    O Preto Entrevista-
    Banda L-20
     Para começar: Porque o nome
    L-20?
    Quando formamos a banda, nossa
    intenção era ter um nome que fosse possível exportar o nossa admiração pelo
    Estado, então chegamos na localização geográfica, a latitude 20, então L-20
    Conte-nos sobre a banda, como
    surgiu a idéias, os  integrantes,como
    vocês se conheceram….
    Eu, Marcelo
    Sill (Vocalista) e Marcos Souza, (Guitarrista)
    nos conhecemos há uns 12 anos, quando fui fazer um som em uma banda em que
    Marcos tocava, na época eu tocava teclado, instrumento de formação musical,
    trocamos contatos e cada um partiu para lados opostos, alguns anos depois conheci
    Dell Oliveira(Baixista)
    por indicação de Marcos, desta vez em outra banda, viajamos muito por todo o
    Estado e fora também, mas o estilo musical que batia mais forte em nossas veias
    não era o que tocávamos, a idéia foi amadurecendo e começamos a fazer algumas
    reuniões regadas de boas idéias e as melodias e harmonias das músicas foram se
    moldando pois Marcos já tinha todas as letras prontas, algum tempo depois
    estávamos no estúdio gravando um disco demo, mesmo sem ter um baterista para o
    projeto, enviamos a música “Um minuto” para a organização do Pan Music Festival
    para tocar no Festival de Alegre, e para nossa surpresa a canção foi selecionada
    numa disputa de mais de 1000 inscrições, este seria nosso 1º show com a L-20,
    meu irmão Jackson entrou como baterista da banda, mas algum tempo depois
    sofreu um acidente e foi impossibilitado de tocar, embora hoje esteja tudo bem
    com ele, na ocasião ficamos a procura de um novo baterista, então eis que surge
    Victor Rocha,
    que já era meu amigo de outras bandas. Esta formação é a base da banda
    atualmente.
    Como é ter uma banda? Mudou
    muito a vida de vocês, a convivência …?
    Fazer o que gosta,ter um trabalho
    divertido e ainda receber por isso, é quase uma utopia, mas com a música isso
    tudo é possível, é claro que muitos sacrifícios e dedicação que a profissão necessita,
    a convivência e totalmente tranqüila e por incrível que pareça somos uma banda
    de Rock que não briga….
    Como é a produção das músicas?
    A maioria das letras são do Marcos e
    os arranjos, todos nós participamos, temos uma abertura muito democrática como
    filosofia. Quando surge uma idéia passamos para todos e propomos alguns ensaios
    para produção.
    E no começo, quais foram os
    principais problemas que a banda enfrentou?
    O que fez para superar, digamos
    assim?
    Todo começo é complicado, mas
    podemos dizer que alteramos a ordem do produto para ter resultado nos fatores,
    gravamos um CD antes de termos a banda completa, e nosso 1º show foi em grande
    festival, mas mesmo assim o desafio é diário, o reconhecimento é conquistado
    com muito trabalho.
    Conte-nos sobre o projeto atual,
    os shows que estão fazendo, a receptividade do publico é o que esperavam?
    Atualmente temos uma grande
    estrutura de sonorização, palco e iluminação digital e com todo este amparo
    estamos fazendo nossos próprios eventos por todo o Estado, também está previsto
    alguns projetos de cultura e mais um vídeo clip.
    Você tem algum projeto paralelo?
    Dell Oliveira e Victor Rocha fazem
    alguns freelas quando dá tempo, mas eu e Marcos Souza não, além de nossas
    atividades musicais temos compromissos administrativos e marketing da banda.
    Uma música que não pode faltar
    no show de você e por quê?
    “Solange” é uma delas, por
    ser uma música um tanto polêmica, mas “Planos
    também é outra, mesmo porque no 1º mês que a música foi divulgada foram
    contabilizadas mais de 17.000 participações de ouvintes, segundo dados da rádio
    Cidade FM.
    Você tem alguma mania antes ou
    depois de estarem no palco?
    Sim, sempre fazemos uma oração e
    agradecemos por tudo, depois é comemorar.
    Uma banda/cantor que lhe
    inspirou e o que vocês acham que se assemelham com ela/ele?
    Bom, embora não tenhamos
    desentendimentos, temos referencias diferentes, o Marcos curte muito Rock
    nacional da década de 80, Dell já tem um pé com Iron Maiden, Victor tem vertentes mais contemporâneas tipo Coldplay, Charlie Brown… Eu sou muito eclético, mas tenho atualmente uma referencia,
    Rosa de Saron. Juntamos tudo isso e
    canalizamos pro nosso som.   
    O que você acha do cenário da
    música capixaba atualmente?
    Cite os pontos positivos e
    negativos.
    Tem muita gente boa no cenário e
    isso é muito bom no ponto de vista cultural, acho que o negativo é que nem todo
    mundo pensa da mesma forma, até mesmo as próprias bandas, temos que ter um
    movimento onde todas as bandas toquem uma a música das outras…
    Um conselho a quem quer começar
    uma banda.
    Estude música, procure capacitação
    técnica, se você passar bem por isso percebera com outros olhos se é isso mesmo
    que quer, e se tem talento.
    Um recado a quem acompanhou a
    entrevista.
    Agradeço a todos que curtem e
    conhecem nosso som e pra quem ainda não tinha conhecimento da banda Capixaba, entrem
    em nossas redes sociais e saiba um pouco mais sobre a banda.
    CONTATOS:
    Sei que já postei essa música por aqui mas pra quem ainda não conhece….

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    EntrevistaOutros

    Olá 🙂
    Hoje vou postar uma pequena entrevista que fiz com Rondinelli Fortalesa, autor da obra “Oldar”…
    Primeiro uma sinopse da obra:

    Oldar é um planeta muito antigo, ainda em seu início, quando o universo era imenso e inexplorado. Os povos começavam a conhecer uns aos outros e tinham seus primeiros conflitos motivados por paixões humanas e até sobrenaturais. A primeira narrativa de Oldar inicia-se no país do continente Oeste conhecido como Edammael, onde vivem os dans. O governo fora estabelecido no início dos tempos como reinado, no qual um homem governa sozinho o destino do povo. Houve também um reinado duplo, em que Dormom e Gormom, irmãos gêmeos que se amavam muito, reinaram em paz. Nem tudo o que é bom dura para sempre e um dia a ganância por poder levou a uma traição que dividiu o reino de Edammael em dois. O reino do norte, sob o comando de Dormom envolveu-se com magia das trevas e criou monstros para derrotar o seu adversário. O reino do sul, sob o comando de Gormom aprendeu sobre um outro tipo de magia e, usando o cajado de poder e outras armas sagradas, lutaram na primeira Guerra do continente Oeste, que ficou conhecida como a Guerra da Traição. Oldar é a primeira história da Trilogia que serve como introdução ao universo em que um guerreiro chamado Telfem viajará por todos os planetas com seres viventes usando espelhos mágicos. 

    A Entrevista…
    Entrevista – Rondinelli Fortalesa Borges
     1.   
    Quais as principais
    obras que de alguma forma te influenciaram tanto na produção do livro quanto na
    sua vida?
    Sendo eu um fã fiel de Tolkien deixei-me influenciar pela
    maravilha literária chamada Silmarillion,
    cuja beleza e magnificência encheram minha mente com histórias incríveis e
    saudosas que me fazem acreditar que de algum modo eu vivi nos tempos da criação
    da Terra Média, observei os elfos nascerem, os anões escaparem do grande golpe
    do martelo divino e os homens conhecerem o gosto da disputa por poder. Além
    dele fui muito influenciado por Lewis com suas Crônicas de Nárnia e por um
    livro que li na infância chamado “As Aventuras de um Messias Indeciso” de
    Richard Bach. Além deles eu acredito que tem um pouco do Saramago e do Azimov
    em mim, mas não ficou muito explícito em Oldar.
     2.   
    Quando você tomou gosto
    em si pela literatura e quando começou a escrever Oldar especificamente?
    Eu sou curioso desde que tenho consciência da minha
    existência, mas foi por volta dos nove anos que me concentrei mais na
    literatura, naquele tempo eu tinha grande interesse por estudar dinossauros e
    insetos, então a maioria dos textos que escrevi naquele tempo eram relacionados
    com mutações causadas por insetos, cientistas que recriaram os dinossauros ou por
    catástrofes que destruiriam a Terra. Quando eu tinha vinte dois anos eu tive a
    ideia do personagem Telfem, seus poderes e sentimentos, em alguns momentos a
    falta destes, então com o tempo ele amadureceu e ganhou um local de nascimento
    que é o mundo assunto da Trilogia.
     3.   
    Quais são as maiores
    dificuldades em ser um autor iniciante?
    Para mim a maior dificuldade é encontrar tempo entre minhas
    obrigações diárias para inventar histórias, escrever, revisar textos e manter
    uma coerência em tudo que estou a inventar para os personagens. Muitas vezes
    ocorrem erros de continuidade, personagens somem ou mudam de nome sem nenhuma
    explicação e cabe a mim estar atento para corrigir essas falhas e fazer de tudo
    para me colocar no lugar de quem vai ler para dar toda informação necessária
    para que os outros possam tentar enxergar o que eu quero mostrar. Uma outra
    dificuldade que encontrei é a falta de um caminho a seguir, uma orientação de
    como proceder e o que esperar como resultado da publicação.
     4.   
    Como esta sendo o
    retorno dos leitores quanto à obra?
    Até o momento a maioria recebeu bem, alguns se identificaram
    com certos personagens que nem eu dava muito valor, outros reclamaram um pouco
    da revisão ortográfica e dos nomes complicados de pronunciar, mas aqueles que
    deram a devida atenção ao livro e o leram com paciência e mente aberta acharam
    em Oldar uma história com originalidade e elegância.
     5.   
    Deixe uma mensagem a
    quem acompanhou a entrevista.
    Eu acredito em magia, acredito que todos são capazes de
    realizar os sonhos, ainda que seja dentro de sua cabeça em seus pensamentos
    profundos. Espero que você consiga enxergar as cores dos raios mágicos ao seu
    redor e possa ignorar as vozes que tentam te convencer a desistir.
    Bom,espero que tenham curtido.
    Agradeço a Rondinelli pela entrevista >.<
    Mais informações.clique Aqui 
    Abraços

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    EntrevistaMúsicaOutros

    Olá 🙂
    Hoje vou postar uma entrevista que me orgulho muito de ter feito.
    Os entrevistados desta vez são os caras do Dead Fish *—-*
    A banda de Hardcore é daqui do estado e fez 20 anos de carreira e comemoram com o lançamento do”Dead Fish Dvd 20 anos” 

    Abraços e espero

     Pra começar: Porque o nome Dead
    Fish?

      Este nome surgiu depois que mudamos
    o nome da banda de “Stage dive” para “Dead Fesh Fish” e isso foi ainda em 93
    quando descobrimos que existiam mais duas bandas com o mesmo nome que tínhamos
    de 91 até 92.
    Não tem nada de especial, o nome
    surgiu no papelzinho e o nome que perdeu era “Bastards aleluiah”.
    Existe uma lenda que o nome é devido
    ao mar de Vitória ser poluído, o que seria interessante mas não é verdade.
     Com 20 anos de estrada vocês
    devem ter muitas histórias para contar. Nos conte uma (ou algumas)  engraçada e outra(s) nem tanto assim.
      Uma engraçada foi uma num show no
    Circo voador no Rio de Janeiro que uma senhorita subiu ao palco com uma camisa
    do Botafogo e mandou um topless na sequência, surgindo ai o lendário show das
    “tetinhas de chocolate”. Uma não tão engraçada mas que no fim tudo deu certo,
    foi o show na nossa cidade Vitória, em que o palco desabou mas, por sorte, era
    bem baixo e ninguém se machucou e no fim virou até uma piada interna.
    Sobre o som que vocês tocam como
    foi o inicio da carreira? A galera comparecia aos shows ou era um estilo
    “descriminado”?
      Começamos em 1991 em Vitória no
    Espírito Santo e nunca nos sentimos discriminados internamente muito ao
    contrário, mas se trata de um estilo que tem como base ser menos popular.
     O que vocês viram que mudou no
    hardcore nacional desde que vocês começaram?
       Acho que hoje tudo é muito mais
    simples, desde de divulgação, distribuição e produção mas, acredito que os
    caras que se envolvem hoje acabam se envolvendo por menos tempo com a coisa
    toda e também devido a facilidade em ouvir bandas hoje em dia.
     Quais eram as influências de
    vocês ao formarem a banda e quais sãos as influências de hoje em dia?
       Boa parte das influências
    permaneceu, a gente começou por causa do Fugazi,
    7 seconds, Bad Brains, Cólera, Bad
    Religion
    e Public enemy e hoje temos influências de bandas como Propagandhi, Sick of it all, Ataque 77, Good
    riddance
    .
    Pra vocês qual foi o melhor álbum
    que vocês já fizeram e porque este se diferencia dos demais?
      Muita gente gosta do “Sonho médio”
    de 1999, que foi uma fase muito engajada e muito legal dentro da banda caímos
    de vez na estrada e foi o início de uma carreira na estrada mesmo. Eu tenho
    como preferidos dois o “Zero e um” e o último o “Contra todos”, o primeiro
    porque marcou uma virada da banda depois de uma situação muito adversa que era
    o fim do nosso selo e o quase fim da banda, as letras me agrada até hoje e
    também a sonoridade. O segundo porque gostei muito
    da forma como ele foi produzido e como ele saiu espontaneamente.
      Muitos jovens (e inclua-me)
    cresceram ouvindo o som de vocês e se encantando com as letras muitas vezes
    “politizadas”. O que vocês gostam de passar ao publico quando compõem?
      A gente gosta de se agradar
    internamente primeiro e se te agrada também melhor ainda. Quanto a ser
    politizada eu acredito que não conseguiria escrever diferente estando nesta
    banda, à intenção sempre foi chamar a atenção pelas letras também.
      E como são feitas as composições?
       Não existe uma regra para isso mas,
    hoje temos parte das músicas saindo primeiro e depois as letras como um monte
    de gente faz.
    Qual a maior loucura que vocês já
    presenciaram ou ouvir falar de um fã de vocês?
       Geralmente que gosta da banda não é
    tão insana no quesito lidar conosco, eles são mais insanos no show mesmo e ai
    muitas coisas extremas já aconteceram como um stage dive de cima de um mezanino
    bem alto por parte de um jovem.
     Uma música da banda que marcou
    cada um de vocês e por que.
       Uma que me marcou muito é uma banda
    que quase não tocamos que se chama “Perfect party” que foi feita na casa de um
    amigo que vive fora do Brasil e toda vez que tocamos me lembro dele.
      Nos conte um sonho que vocês já
    realizaram e outro que pretendem realizar?
      Viver da banda foi o maior deles
    acredito, os outros eram tocar com bandas que tanto gostamos uma delas o Bad
    Religion algumas vezes.
     Toda banda é uma família e toda
    família tem suas divergências. Como é a convivência entre vocês?
     Hoje em dia é muito tranqüila,
    viramos uns tiozinhos até bem calmos mas, nem sempre foi assim, lá atrás no fim
    dos 90 e começo dos 2000 foram bem complicadas as situações mas, hoje vendo de
    longe vejo que também era nossa idade e a forma que escolhemos viver naquele
    tempo, quase 100% do tempo na estrada.
    Sobre o DVD que será lançado, o
    que dá pra adiantar, como vocês pretendem divulgar, de onde surgiu a idéia…
     Ele já saiu e faremos o primeiro
    show de lançamento agora em Porto Alegre ainda este mês.
    Queremos divulgar massivamente como
    sempre fizemos tocando nas cidade e vendendo ele nos shows.
    A idéia surgiu ainda no começo do
    ano passado mas só conseguimos realizar na data super especial de 11/11/11.
     – Deixem um recado pra galera que
    leu a entrevista
      Obrigado pela oportunidade. Valeu!
     Confiram  2 videos direitos do show no Circo Voador

    Para mais informações sobre os caras:
    Site 

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    EntrevistaOutros

    Olá 🙂
    Hoje vou postar uma entrevista que fiz com a Roberta Spindler e Oriana Comesanha,autoras do livro “Contos de Meigan”.
    Mas antes que tal conhecer um pouco mais da obra??

    Contos de Meigan – A Fúria dos
    Cártagos

    Páginas: 618
    Sinópse:
    ” Meigan
    é um mundo diferente do nosso, morada de seres especiais e poderosos que se
    denominam magis. Na aparência são exatamente como nós, mas as diferenças não
    podem ser ignoradas por muito tempo. Os magis tem uma relação especial com a
    natureza e seus elementos, moldando-os a sua vontade e apoderando-se de sua
    força. Esses elementos, chamados mantares, não se limitam apenas aos conhecidos
    fogo, terra, ar e água. Existem muitos outros, como as sombras, o tempo e até
    mesmo o controle sobre o próprio corpo. Ter a capacidade de decifrar, entender
    e interagir com a natureza é um dos principais requisitos para a evolução de um
    magi.
    Contos de Meigan – A Fúria dos Cártagos
    começa com Maya Muskaf preparando-se para voltar para casa. Depois de três anos
    vivendo na Terra, o momento de retornar a Meigan finalmente havia chegado. Ela
    estava preocupada, pois alguma coisa afetava seu controle sobre os mantares,
    talvez algum resquício da misteriosa doença que a debilitou durante a infância.
    Com medo de estar novamente doente e para conseguir respostas, decidiu colocar
    de lado suas diferenças com sua mãe, a principal governante do mundo magi.
    Voltaria a Katur, capital de Meigan, e pediria perdão por todas as brigas
    passadas.
    Assim, deixou
    sua vida terrena de lado e entrou na primeira caravana que encontrou.
    Entretanto, seus planos acabaram tomando um rumo muito diferente daquele que
    imaginara. Os soldados que escoltavam a caravana acabaram achando destroços e um
    corpo no chão. Logo que avistou o homem morto, com os cabelos tão brancos
    quanto sua pele e os olhos inteiramente negros, Maya soube que se tratava de um
    dos cártagos – antigos magis que traíram seu povo e por isso foram banidos para
    uma dimensão paralela.
    As implicações
    para tal presença em território magi eram gravíssimas e não demorou muito para
    que Maya e seus companheiros descobrissem que os magis traidores estavam
    tomando o Solo Sagrado e derrubado seus portões de defesa. Agora, em meio ao
    caos de uma violenta batalha, Maya vai precisar lutar para sobreviver e
    conseguir respostas para as perguntas que lhe afligiam. Como os cártagos
    conseguiram acesso ao Solo Sagrado? Onde estavam os guardiões dos portões, os
    mais poderosos guerreiros de Meigan? E, a mais importante de todas, conseguiria
    chegar a Katur a tempo de encontrar sua mãe?”

    Conheça as autoras:
    Roberta Spindler

    Roberta Spindler nasceu em Belém do
    Pará, em 1985. Graduada em publicidade, trabalha como editora de vídeos. Escreve
    desde a adolescência e é apaixonada por literatura fantástica. Publicou nas
    antologias Psyvamp e Deuses, da
    Editora Infinitum, e Tratado Secreto de
    Magia – Vol. II
    , da Editora Andross.
    Oriana Comesanha


    Oriana Comesanha tem 25 anos, nasceu em Belém do Pará. É formada em
    psicologia pela Universidade Federal do Pará e trabalha na área de psicologia
    jurídica. Começou a escrever ainda jovem, atividade que originou o livro Contos de Meigan – A fúria dos Cártagos,
    e atualmente divide seu tempo entre a paixão pela profissão e pela literatura. Tem alguns
    contos ainda não publicados, além de publicações em sua área de interesse
    profissional. 
    Agora,vamos a entrevista em si 🙂
    (Agradeço a minha amiga Thalita a me ajudar a formular as perguntas >.<)
    1 – De onde veio a inspiração para
    a história?
     A idéia
    para escrever Contos de Meigan surgiu quando ainda éramos adolescentes e
    estávamos no Ensino Médio. Já escrevíamos fanfictions
    do seriado Arquivo X juntas, mas então surgiu a vontade de criar algo nosso.
    Começamos meio que na brincadeira, mas, com o passar do tempo, fomos tomando
    gosto pelas personagens e pelo mundo que estávamos criando. Depois de um tempo,
    já tínhamos várias anotações sobre esse lugar e percebemos que podíamos levar
    nossa criação mais a sério. Então, a história de Maya Muskaf foi ganhando forma
    e se destacando das demais.
    2 – De quem foi a idéia de vocês
    escreverem em conjunto?
     Como foi
    dito na pergunta anterior, já escrevíamos fanfictions juntas. Então, foi
    natural partirmos para uma obra de nossa autoria, mas ainda escrevendo em
    conjunto.
    E quais as maiores dificuldades em
    um livro em conjunto?
     Como
    escrevemos desde a adolescência, já estamos acostumadas a trabalhar em
    conjunto.  É claro que, às vezes, temos
    opiniões divergentes em relação aos rumos da história. Nesses casos, sempre
    tentamos escolher a ideia que vai enriquecer mais a trama. A distância também
    dificulta um pouco o trabalho (atualmente moramos em cidades diferentes), mas
    conseguimos contornar esse problema com reuniões pela internet.
    3 – Oriana como é para você
    conciliar a sua carreia como psicóloga e como autora?
     Bom, eu
    já gostava de escrever mesmo antes da psicologia entrar nos meus planos. E,
    depois que decidi que queria ser psicóloga, foi inevitável unir essas duas
    paixões. Sei que essas atividades me dão prazer acima de tudo e procuro
    equilibrar meu dia entre elas. Eu tento dividir bem meus horários e tento sempre
    pensar em que momento devo me dedicar a uma atividade ou a outra. Até o
    momento, isso tem dado certo para mim.
    4 – Roberta de onde veio a sua
    paixão por literatura fantástica?
     Sempre
    gostei de ler, mas minha paixão por literatura fantástica começou mesmo quando
    li “O Senhor dos Anéis” pela primeira vez. A obra de Tolkien me fascinou e
    percebi naquele momento que os livros podiam ser mágicos.
    5 – Na opinião de vocês, qual o
    maior problema em ser um escritor iniciante? E o maior beneficio?
     É sempre
    uma dificuldade tentar galgar um espaço quando se é iniciante em qualquer
    profissão, porém, no âmbito artístico, não basta você ter uma boa técnica.
    Escrever em bom português e ter excelente publicidade ajuda muito, claro, porém
    você tem que ser capaz de tocar o outro, de despertar nele emoções e isso se
    torna muito complicado quando alguns leitores se fecham para os iniciantes. Por
    isso, o maior benefício de ser um escritor, iniciante ou não, é perceber que
    seu texto tocou o leitor de alguma forma. Que o conquistou e se tornou algo
    importante na vida dele. É algo que não tem preço.
    6 – Qual foi o papel da equipe da
    Dracena na realização da publicação de Contos de Meigan?
     A Dracena
    foi muito importante e nos apoiou de uma maneira incrível. São ótimos
    profissionais e prezam pela qualidade dos livros que publicam. Estamos muito
    felizes de fazer parte do excelente catálogo que possuem.
    7 – Vocês podem antecipar algo
    sobre a continuação de Contos de Meigan?
    Sim.
    Podemos dizer a todos que esperem bastante aventura e a revelação de alguns
    mistérios levantados no primeiro volume. Vamos ver a Maya amadurecendo em
    alguns aspectos e outros personagem também tomaram rumos bem diferentes.
    Esperamos que todos gostem e continuem acompanhando a saga nos livros e fora
    deles.
     8 – Como tem sigo o retorno do
    público em relação a Contos de Meigan?
     O retorno está sendo bastante
    positivo. Os leitores tem acompanhado a história e dado bastante feedback, o
    que nos entusiasma cada vez mais a continuar e a fazer novos projetos.
     9 – Vocês projetos de outros
    livros? Podem antecipar algo sobre eles?
     Roberta:
    Sim, também tenho alguns projetos fora do universo de Meigan. Já publiquei
    contos em antologias e pretendo participar de mais algumas este ano. Além
    disso, tenho um projeto de um romance pós-apocalíptico e também de uma história
    em quadrinhos com temática fantástica.
    Oriana:
    Como falei na pergunta acima, tento dividir meu tempo entre as duas atividades.
    No momento, tenho um conto concluído, com alguns personagens ainda não
    conhecidos. E estou trabalhando na criação de um projeto
    de intervenção psicológica e, em breve, pretendo publicar a experiência em um
    livro da área.
    Quero muito agradecer a Roberta e a Oriana pela entrevista.
    E a você que leu este post até o fim,comente pois quem comentar algo válido neste post(e deixando um email para contato) esta concorrendo a marcadores como estes :

    Dentro de 10 dias eu faço o sorteio :p

    Para maiores contatos:

    Skoob/livro 
    FanPage 

    Twitter da Oriana 

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