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  • "Transbordando sentimentos puros em palavras"

    Posts arquivados em: Mês: julho 2017

    HonoratoPoesia

    Olá,
    Como vão?
    Hoje vou deixar um texto que fiz para uma apresentação na faculdade.
    O objetivo era para apresentar uma palestra motivacional e criei o texto para me ajudar.
    Espero que gostem e se identifiquem.
    Abraços

    O Rocky Balboa de hoje
    O Rocky de hoje não come ovos crus no desjejum.
    Quando ele pode come um pão com manteiga e um cafezinho.
    O Rocky de hoje antes de sair de casa não enrola a bandagem no pulso.
    Ele faz a sua marmita e põe na bolsa.
    O Rocky de hoje não acorda as 5 horas para correr uns 10km em 40 minutos.
    Acorda mais cedo e pega ônibus e metrô que demoram tanto quanto aquela corrida.
    O Rocky de hoje entra no ringue todo dia.
    Pra ele não existe sábado, domingo ou feriados.
    Todo dia é dia de entrar no chicote.
    O Rocky de hoje não briga só com seu chefe.
    Seus companheiros de trabalho bem que mereciam uns socos de vez em quando.
    O Rocky de hoje não usa só a luva como instrumento de trabalho.
    Usa caneta, papel, computador e outras máquinas não
    esquecendo o mais importante: a cabeça.
    O Rocky de hoje também quer ouvir o soar do gongo.
    Ele quer bater ponto e voltar para casa.
    O Rocky de hoje quer o cinturão no fim da batalha.
    Aquele tal salário mínimo que mal o sustenta.
    Quer o abraço do filho ao chegar em casa.
    Quer o beijo do marido ou a cerveja e balada no final de semana.
    O Rocky de hoje não aparece nas telonas. Não mora na
    Philadelphia. Não!
    O verdadeiro Rocky mora em SP, no Rio, no ES…
    O verdadeiro lutador saiu da ficção e vive em cada um de
    vocês.

     

    AUTOR: HONORATO, Sandro.

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    HonoratoPoesia

    Olá,
    Como vão?
    Hoje vou deixar um texto que fiz para uma apresentação na faculdade.
    O objetivo era para apresentar uma palestra motivacional e criei o texto para me ajudar.
    Espero que gostem e se identifiquem.
    Abraços

    O Rocky Balboa de hoje
    O Rocky de hoje não come ovos crus no desjejum.
    Quando ele pode come um pão com manteiga e um cafezinho.
    O Rocky de hoje antes de sair de casa não enrola a bandagem no pulso.
    Ele faz a sua marmita e põe na bolsa.
    O Rocky de hoje não acorda as 5 horas para correr uns 10km em 40 minutos.
    Acorda mais cedo e pega ônibus e metrô que demoram tanto quanto aquela corrida.
    O Rocky de hoje entra no ringue todo dia.
    Pra ele não existe sábado, domingo ou feriados.
    Todo dia é dia de entrar no chicote.
    O Rocky de hoje não briga só com seu chefe.
    Seus companheiros de trabalho bem que mereciam uns socos de vez em quando.
    O Rocky de hoje não usa só a luva como instrumento de trabalho.
    Usa caneta, papel, computador e outras máquinas não
    esquecendo o mais importante: a cabeça.
    O Rocky de hoje também quer ouvir o soar do gongo.
    Ele quer bater ponto e voltar para casa.
    O Rocky de hoje quer o cinturão no fim da batalha.
    Aquele tal salário mínimo que mal o sustenta.
    Quer o abraço do filho ao chegar em casa.
    Quer o beijo do marido ou a cerveja e balada no final de semana.
    O Rocky de hoje não aparece nas telonas. Não mora na
    Philadelphia. Não!
    O verdadeiro Rocky mora em SP, no Rio, no ES…
    O verdadeiro lutador saiu da ficção e vive em cada um de
    vocês.

     

    AUTOR: HONORATO, Sandro.

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    Samyle S.Textos

    Fins do mundo

    julho 19, 2017 • Honorato, Sandro
    Era 2012.
    O dia em que os Maias previram que o mundo iria acabar.
    Você se reuniu com amigos,fizeram uma decoração especial, guloseimas, até playlist temática.
    Na hora marcada há não sei quantos séculos atrás, vocês comemoram.
    Sobrevivemos a mais um.
    Assim, leve, divertido. Mal sabia você que a vida iria ser uma sequência de
    “fins do mundo” que chegam sem pedir licença, te desmoronam, marcam uma era.
    Pesados, sisudos, mas necessários.
    Agora, quando o choro sai fácil, suas obrigações se amontoam sem que você tenha o menor interesse em cumpri-las e “ensimesmar” se tornou quase um sinônimo para o seu
    nome, você se entrega. Não dá mais para colocar a sujeira pra debaixo do tapete.
    Carrego nos ombros apenas duas décadas de vida, e já tá pesado.
    Tralha acumulada que só me impede de andar em frente.
    Assim, descobri que não tem nada demais em parar a vida um pouco pra olhar pra dentro.
    Ver o que anda incomodando, como também o que tem feito falta. Ajustar
    prioridades e respeitar meus limites, ciente de que esse processo é contínuo – já
    que a vida não para e a gente muda muito ao longo do trajeto.
    Admito que é assustador. Encarar tópicos que a gente deixou de lado quase que a vida
    inteira, por medo de não saber aonde isso nos levará. Fins de relacionamentos, amizades,
    visões de mundo – no fundo, sabemos sim. É que ignorar é mais fácil. A verdade
    é que o fim do mundo não é essa festa com os amigos, mesmo que acabe tudo bem.  A gente sempre encontra resistência por preferir respeitar a si mesmo em vez de fazer o que esperam de nós.
    É ato de rebeldia contra nossa inércia natural.

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    HonoratoPoesia

    Olá,
    Como vão?
    Este poema é sobre o arrependimento. A falta de ousadia em se declarar para quem se ama.
    Ou pior: Sobre amar alguém que não demonstra o mesmo por ti.
    Espero que gostem 🙂
    Abraços e boa semana a todos.

    Sobre este conto de fadas
    Os abraços que dei sem nenhum afago
    As cartas escritas e nunca enviadas
    Os nossos Contos que não viraram de Fadas
    As vezes que não adormeci envolto em teus braços
    Os beijos roubados em que me virou o rosto inesperadamente
    As danças negadas pela minha falta de jogo de cintura
    Os problemas que enfrentei pois não pedi sua ajuda
    As baladas que te impedi de ir por ciúmes loucamente
    As noites em claro sentindo sua falta
    Os seus livros que não li por preguiça
    As vezes que me senti só estando em sua companhia
    Os dias que abracei o travesseiro guardando esta mágoa
    As mentiras que contei para não lhe machucar
    Os desejos reprimidos na nossa cama
    As frases nunca ditas por quem se ama
    Os sonhos que não posso mais realizar
    As flores que morreram porque esqueci de lhe mandar
    Os sorrisos que não mostrou pois estava chateada
    As brigas que tivemos naquela noite embriagada
    Os muitos “Eu Te Amo” que nunca irei te falar.
    AUTOR:
    HONORATO, Sandro.

     

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    Samyle S.Textos

    Lucília

    julho 08, 2017 • Honorato, Sandro
    Ele sussurra teu nome aos teus ouvidos como poesia.
    Lu-cí-li-a.
    Antigo, suave aos lábios. Um quê profundo, dirias.
    Então deixas percorrer teu corpo como labirinto, momentaneamente esquecida do amanhã. E uma parte de ti até se pergunta se vai durar.
     A vida te calejou um pouco. O medo de ser esquecida nos recantos do dia a dia está aqui, latente em cada milímetro da tua pele. Ele não percebe, ainda. Não te conheces.
    Vê a mulher forte que te tornastes, como a vida te sorriu. O produto de anos, lapidado. Que, mesmo assim, está insegura em querer demais, esperar demais, se decepcionar demais.
    Quer deixar pra lá, bem sei.
    Tão habituada a ser só.

    Sossega,
    Lucília. Esqueces que não precisas dele pra ser feliz.

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