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  • "Transbordando sentimentos puros em palavras"

    Posts escritos por: Honorato, Sandro

    Amigo…

    setembro 26, 2011 • Honorato, Sandro
    HonoratoPoesia

    Olá e ai como vão?
    Fiz um poema que fala sobre os amigos.
    Quero dedicar a todos meus amigos e vocês que visitam meu blog sintam-se assim também mas em especial ao meu amigo Igor “Japonês” que faz niver semana que vem 🙂 (Parabéns mlk e tudo de bom)
    Abraços galera e tudo de bom

     

    Amigo
    Amigo,
    Não é aquele que lhe dá um “buquê” de rosas
    E sim aquele que lhe tira os espinhos
    Amigo,
    Não é aquele que lhe dás as costas
    E sim aquele que junto trilha seu caminho
    Amigo,
    Não é aquele que conta uma fofoca
    E sim aquele que lhe conta seu maior segredo
    Amigo,
    Não é aquele que realiza todos os seus sonhos
    E sim aquele que lhe espanta os medos
    Amigo,
    Não é aquele que ri de suas atitudes
    E sim aquele que lhe apoia acima de tudo
    Amigo,
    Não é aquele que lhe dá o universo
    E sim o que sempre alegre o seu mundo
    Amigo,
    Não é mais um termo no dicionário da vida
    E sim uma denominação para poucos de verdade
    Amigo,
    É aquele que valoriza o que tem
    E amigo,sempre vou amar nossa amizade.
    AUTOR:HONORATO, Sandro.

     

    Arquivo pessoal – Esquerda  para direita – Mano Adelso, Eu, Lucas e Japonês.

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    Em prosa

    junho 10, 2017 • Honorato, Sandro
    Outros AutoresTextos
    Você anda coma boca em prosa ultimamente. Esse seu jeito retraído, tão característico, dá lugar aos poucos a uma desenvoltura que você não se acreditava capaz. Andar só tem suas vantagens. Quem diria, não é mesmo? Há um tempo atrás você tinha amigos para a vida inteira. Hoje se descobre um tanto carente de atenção.
    A vida pega a gente de surpresa. Até ontem você sabia de tudo.  Nos mínimos detalhes, plano de vida
    milimetricamente traçado. E hoje você ri dos imprevistos, aprendendo à força a
    ter jogo de cintura. Está se perdoando mais por não poder fazer tudo, e isso é
    bom. Está saindo melhor do que o planejado, garanto-lhe.
    Há certas coisas que ficam, contudo. Seus passos, já tão apressados, aceleraram-se pela falta de tempo. O silêncios de olhos inquietos, as mensagens longas de quem parece ter nascido em outra época, essa vontade de ter o mundo inteiro num abraço só. É apenas o corpo o limite. A fadiga da caminhada, o sono que exige
    repouso. Você tá provando da vida adulta ainda, e já partilha do lamento da sua geração.
    E apesar dos pesares, diz que se encontrou. Que está exatamente onde deveria estar. O coração transborda.  A vida está só começando e você mal pode esperar.

    Receber um convite para voltar a escrever depois de três anos parada foi uma surpresa. Não pude deixar de sorrir de lado a lado por saber que, embora tenha se passado tanto tempo, alguém ainda lembrava com tanto carinho dos meus textos que queria me ver escrevendo de novo. Meus rabiscos amadores tinham tocado alguém a esse ponto. Aceitei com a certeza de que teria um enorme desafio pela frente, mas muito grata pela oportunidade.
    Esse sentimento aumentou ainda mais quando uma outra leitora querida entrou em contato comigo essa semana. Soube que estava no caminho certo. Demorei mais de duas semanas para escrever meu texto de estreia. Espero não ter decepcionado. Ele me surpreendeu, se querem saber. Para quem só escreve peças
    de processos há meses, e quase não tem tempo de ler outra coisa que não seja livros para faculdade, saber que não perdi o jeito foi maravilhoso. Para quem tem curiosidade, alguns textos antigos meus estão aqui.
    Meu nome é Samyle, prazer. Vou escrever aqui quinzenalmente a partir de hoje. Espero que gostem.


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    Lado da Cama

    junho 02, 2017 • Honorato, Sandro
    HonoratoTextos
    Lado da Cama
    Toda vez que chegamos ao mês de junho minha cabeça faz questão de lembrar-me de uma coisa: está chegando mais um dia dos namorados.
    Eu queria não me importar com isso mas, para um poeta como eu é difícil não lembrar do dia em que as pessoas lembram de amar ao próximo. Era complicado ver meus amigos comprando presentes e planejando o dia 12 de junho com seus pares e eu aqui planejando qual filme ou anime vou assistir.
    Era difícil dar conselhos amorosos quando na verdade eu só escrevo sobre amor. Relacionamentos? Meu relacionamento mais durável continua sendo com este blog (7 anos de matrimônio).
    Era foda ler declarações de amor nas redes sociais ou ver as pessoas comprando aqueles cartões de presente com mensagens já escritas sendo que eu faço isso de graça aqui neste pequeno espaço o ano todo.
    Eu estive esperando por alguém nos últimos 24 anos de minha vida para ter noção de que no fundo eu nunca precisei de alguém.
    Talvez, eu seja o amigo de todos e nunca o amor da vida de outra pessoa.
    Como eu seria tudo na vida de outra garota se eu não valorizo a mim mesmo?
    Por isso, eu digo a quem estar solteiro para relaxar: Se ame. Faça as coisas que você goste de fazer. Assista seus filmes favoritos. Vá no cinema. Leia um livro, dois, três. Viaje. Saia para os lugares que sempre quis ir.
    Tudo por conta própria. Curta sua própria companhia.
    Aproveite enquanto você ainda pode escolher o seu lado na cama.
    AUTOR: HONORATO, Sandro. 
     

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    HonoratoMúsica

    Olá,
    Como vão?
    Hoje faz uma semana que Chis Cornell, vocalista do Audioslave e Soundgarden nos deixou.
    Venho deixar minha homenagem com esta música que eu curto do Audioslave.
    Abraços

    Audioslave – Doesn`t Remind Me (Não me lembra)

    I walk the streets of Japan till I get lost
    Eu ando pelas ruas do Japão até ficar perdido
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    With a graveyard tan carrying a cross
    Com um bronzeado de cemitério e carregando uma cruz
    It doesn’t remind me of anything
    Isso não me lembra nada
    I like studying faces in a parking lot
    Gosto de analisar rostos no estacionamento
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    I like driving backwards in the fog
    Gosto de dirigir de ré na neblina
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada

    The things that I’ve loved, the things that I’ve lost
    As coisas que amei, as coisas que perdi
    The things I’ve held sacred, that I’ve dropped
    As coisas que julguei sagradas e depois abandonei
    I won’t lie no more, you can bet
    Não vou mais mentir, pode apostar
    I don’t want to learn what I’ll need to forget
    Não quero aprender coisas que precisarei esquecer

    I like gypsy moths and radio talk
    Eu gosto de mariposas e conversas de rádio
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    I like gospel music and canned applause
    Gosto de música gospel e palmas artificiais
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    I like colorful clothing in the sun
    Gosto de roupas coloridas ao sol
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    I like hammering nails and speaking in tongues
    Gosto de martelar pregos e de falar em outras línguas
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada

    The things that I’ve loved, the things that I’ve lost
    As coisas que amei, as coisas que perdi
    The things I’ve held sacred, that I’ve dropped
    As coisas que julguei sagradas e depois abandonei
    I won’t lie no more, you can bet
    Não vou mais mentir, pode apostar
    I don’t want to learn what I’ll need
    Não quero aprender coisas que precisarei

    Bend and shape me
    Me molde
    I love the way you are
    Eu amo o seu jeito de ser
    Slow and sweetly
    Lenta e docemente
    Like never before
    Como nunca antes
    Calm and sleeping
    Calma e dormindo
    We won’t stir up the past
    Não vamos falar do passado
    So discretely
    Tão discretamente
    We won’t look back
    Não vamos olhar para trás

    The things that I’ve loved, the things that I’ve lost
    As coisas que amei, as coisas que perdi
    The things I’ve held sacred, that I’ve dropped
    As coisas que julguei sagradas e depois abandonei
    I won’t lie no more, you can bet
    Não vou mais mentir, pode apostar
    I don’t want to learn what I’ll need
    Não quero aprender coisas que precisarei

    I like throwing my voice and breaking guitars
    Eu gosto de forçar a voz e de quebrar guitarras
    ‘Cause it doesn’t remind me of anything
    Pois isso não me lembra nada
    I like playing in the sand, what’s mine is ours
    Gosto de brincar na areia, o que é meu é seu
    If it doesn’t remind me of anything.
    Se isso não me lembrar nada.


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    Vagalume

    maio 14, 2017 • Honorato, Sandro
    HonoratoPoesia

    Olá,
    Como vão?
    Hoje vou deixar com vocês uma poesia sobre aquele amor conhecido pela pessoa amada e nada correspondido.
    Espero que vocês gostem.
    Abraços.

    Vagalume
    Você lembra de mim as vezes
    E eu não te tiro da cabeça nunca
    Você é a personificação das minhas poesias
    E não sabe que para ti as escrevo
    Você ri das piadas por ai contadas
    E eu sofro por não fazê-la sorrir
    Você brinca com meu coração
    E eu insisto em jogar teu jogo
    Você ilumina minha vida a noite
    E desaparece quando a manhã chega
    Você voa entre meus sonhos
    E não pousa para realiza-los
    Você é a paixão da minha vida
    E eu não sei dizer isso cara-a-cara
    Você vive da minha paixão
    E eu deste Amor Vagalume.
    AUTOR: HONORATO, Sandro.


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    HonoratoPoesia

    Olá,
    Como vão?
    Hoje vou deixar uma homenagem a uma pessoa que eu aprendi a considerar com uma segunda mãe.
    Espero que goste desta poesia 🙂
    Abraços a todos

    Laços de Sangue

    Não precisou estar em uma constelação
    Para brilhar como toda estrela
    Não precisou de vários versos
    Para terminar em poesia

    Não precisou estar perto
    Para se fazer presente
    Não precisou de palavras
    Para se facilmente compreender

    Não precisou do abraço
    Para me consolar na tristeza
    Nem precisou estar sorrindo
    Para saber que estava contente

    Não precisou ser do mesmo sangue
    Para sermos da mesa família
    Não precisou que eu chamasse de mãe
    Para que eu me considerasse seu filho.

    AUTOR: HONORATO, Sandro.


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