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    Da janela

    fevereiro 17, 2018 • Honorato, Sandro

    Olá,
    Como vão?
    Este poema é sobre aqueles amores “imaginários”…sobre aquela pessoa que você viu no ônibus, aquela sua amiga de classe, ou quem sabe, aquela pessoa que você observa nas ruas por ai.
    Abraços e tenham uma excelente semana.

    DA JANELA

    Da janela
    Eu te olhava de segunda a sexta-feira
    Teu caminhar leve
    Aliviava este coração poeta

    Te vi formar arco-íris
    Vestidos em azul, verde, amarelo
    Sapatilhas vermelhas, brancas
    No fim eu esperava o Tesouro

    Seus cabelos encaracolados
    Pulavam com o seu andar
    Oh, moça bonita
    O qual macio eram seus cachos?

    Era uma doce rotina
    Eu batia ponto naquele lugar
    Só para tê-la por 10 segundos
    Que tal se fosse para sempre?

    Escrevi poemas
    Esperando a coragem vir
    E descer os seis andares
    Para me declarar

    E o tempo passou
    Você não desfilou mais
    Onde estás, minha amada?
    Sua ausência és minha sepultura!

    Mas olha que surpresa
    Hoje, da velha janela eu te vi
    De mãos dados, beijos e muito mais
    Não se fazem mais amores não correspondidos como antes.

    AUTOR: HONORATO, Sandro.

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    3 Comentários

  • Natalia
    22 fev 2018

    Difícil isso, né?
    Querer sentir os cachos, o sabor dos lábios e se deparar com outro tocando-a.
    Bem profundo esse poema.
    Triste.
    Adorei 😀

    Beijos,
    Naty
    http://www.revelandosentimentos.com.br

  • Nana
    20 fev 2018

    Oi Sandro,
    Que belo poema.
    Ah, amores platônicos…os reais prefiro não reecontrá-los futuramente.
    Adorei o gatinho da imagem!

    até mais,
    Nana – Canto Cultzíneo

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