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A morte do Poeta

Olá,
Como vão?
Hoje eu deixarei para vocês uma poesia bem recente que fiz.
Creio que todo poeta "morre" mais de uma vez na vida: A cada nova paixão que o inspira ele está enterrando um velho amor para trás.

Abraços e cuidem-se.

A morte do Poeta

O Poeta calou-se
Seus lábios não pronunciam frases sem sentido
Somente entonam o seu entusiasmo
Para o novo romance vivido

O Poeta ensurdeceu
Não ouve mais conselhos alheios
Decidiu colocar a mão no fogo
Por este sentimento verdadeiro

O Poeta mudou-se
Para a Terra Prometida
Onde somente os de Puro Coração
A alcançam durante a vida

O Poeta descansou
Finalmente sua mão da caneta negra cansou
Hoje ela dedilha a sua musa
E alisa os cabelos daquela mesma cor

O Poeta morreu
E para a amada escreve mil poesias
Descobriu que tudo que já escreveu
Se tornou realidade um dia

Ah, o Poeta se apaixonou!
E assim sua frase favorita se desfaz
“Eu sou poeta e não aprendi a amar”
Hoje, ele ama e demais

AUTOR: HONORATO, Sandro.

3 Pensamentos:

  1. Por ele a amar demais.. será que morreu mesmo?

    Adorei
    https://minhaformadeexpressao.blogspot.com.br/

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  2. Adorei!
    De fato, mudamos muito e muitas coisas morrem (ainda bem!) dentro da gente quando nos apaixonamos e aprendemos o que é o amor ♥

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  3. Oi Sandro,
    Que poesia bonita.
    A gente muda bastante e mata muita coisa, mas os sentimentos bonitos sempre prevalecem.

    tenha um ótimo final de semana =D
    Nana - Obsession Valley

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